Exercícios poéticos, apaixonados e patéticos: pequenos mergulhos e vôos, para compartilhar...

30 de jan de 2007

silêncio...

...Às vezes, o silêncio
ressoa
retumba
ecoa...
Às vezes, o silêncio
transborda
escorre
escoa...
Às vezes, o silêncio
aflige
lacera
maltrata...
Às vezes, o silêncio
acalma
envolve
acolhe...
Às vezes, o silêncio
alude
ilude
isola...
Às vezes, o silêncio
invade
inunda
inspira...
Às vezes, o silêncio
transpira
transforma
ILUMINA...

2 comentários:

Leila Lopes disse...

O silêncio
é sempre
o início de tudo...
Melhor lugar.
Beijo

mario disse...

Não te doas do meu silêncio:
Estou cansado de todas as palavras.
Não sabes que te amo?
Pousa a mão na minha testa:
O sentido da única palavra essencial.
- Amor.

É do Manuel Bandeira