Exercícios poéticos, apaixonados e patéticos: pequenos mergulhos e vôos, para compartilhar...

3 de mai de 2007

Indeléveis...


...E ficam, sim, as marcas indeléveis do vivido e sentido, em nós: os sulcos, desenhos, cicatrizes... como parte integrante do ser , de nossa urdidura e história... Nestes dias de outono, uns estados “diferentes” na alma: de leve nostalgia, saudades do passado e do porvir...No presente, suaves sobreposições e veladuras: memórias do que foi, é e será. No coração, caldeirão de emoções, sumo enriquecido pelo sabor de tantas lembranças e amores: delicadezas!...

10 comentários:

Neuzamaria Kerner disse...

Amada, muito bonito o seu texto: poético, romântico, reflexivo.

"...As esperanças insistem em brotar nos corações humanos..."
essa parte me faz lembrar do poeta baiano Manuca Almeida, quando ele diz A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE DORME.
Portanto, as esperanças têm que insistir porque nos salvam.
Um grande abraço!
Neuzamaria Kerner

Fabrício Brandão disse...

Querida,

Quanta beleza neste que é um verdadeiro reconhecimento ao amor maduro. Nada dessa conversa tola das metades que se encontram, apenas a força maior,o encontro dos inteiros. Viver este sentimento é desfrutar da quietude, da tranquilidade e da busca de um entendimento do outro.

Beijos azul-poéticos sempre!

Anônimo disse...

Poetisa...Indeléveis...
lindo seu texto.Acredito que amar é realmente criar asas..
E a esperença é uma constante em minha vida.Me tocou e emocionou-me muito.
Parabéns!!!
Lady Vania.

Concha Rousia disse...

Ana minha querida...
Às vezes me pergunto como cabe tanto mundo em ti... tanta poesia, tanta harmonia e tanta cor...
E também tanta capacidade de ver, admirar, valorar e partilhar teu mundo com teus amigos e amigas...
Tua visão do Universo, tanto interior como exterior a ti mesma, é um prazer para anacoretas mesmo...
Obrigada por nunca me esquecer de me avisar quando colo as novos pedacinhos desse teu mundo...
Beijos carinhosos

Celia disse...

adorei seus estados de espírito outonais. dias azuis tb por aqui..e, se puder, visite as iluminações de Clarice no meu blog..um beijo

Tuda disse...

Nasceu no meu peito uma flor.
Ela amarrou as suas frágeis raízes à minha alma,
cobriu-me de branco e carmim e um aroma intenso
de amoras silvestres.

Ana, a mais bela flor que temos é o nosso coração!
Que a flor jamais perca - o brilho - a cor - e o aroma.
Uma flor bem semeada, bem regada, jamais será enterrada.

Beijos com carinho.

Yuri Assis disse...

o vento se torna maduro.
e você se encaminha para a primavera do seu ser.
ou já estará nela?

linda!
bjinhos!

carlos bruni disse...

O que deveria eu escrever? Você já viu alguns de meus textos e deve ter notado que ando meio (meio, não; inteiro) de baixo astral. A realidade, do lado de fora de nossas portas, bate de frente conosco.
Não consigo plantar uma flor num terreno que está contaminado.
Pessimismo à parte, o seu é um belo texto.

Maria disse...

Indeléveis mesmo estas tuas palavras !!! Muita delicadeza e muitos matizes de sentimentos tão belos e fluídicos !!! Adorei !!! Com certeza também vou te linkar !!!
Beijos

Yuri Assis disse...

ana,
postei uma nova poesia em meu blog!
qdo vc puder, confira!

um bjo,
yuri.